a situação não condiz com a fachada

Na data de HOJE a unidade de Ceilândia encontra-sem pediatra centenas de pessoas estão a espera de uma solução a unidade que foi recentemente inaugurada até hoje está no vermelho quando funciona ! pedimos socorro ao Governador Agnelo que no auge de sua campanha nem se quer pode falar em saúde. A população está revoltada com a situação e pede a solução imediata.




Cortejo Funebre da garota assassinada Leidiqueli de 17 Anos na Bahia 
Familiares e amigos acompanharam todo  o percurso até o cemitério para se despedir  da Garota

Suzane Von Richthofen já cumpriu quase 12 anos de prisão pela morte dos pais

Após cumprir quase 12 anos de prisão, Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos pela morte dos pais, foi autorizada pela Justiça Estadual nesta segunda-feira a concluir o restante da pena em regime semiaberto.

A decisão é da juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, em despacho a pedido da defesa, que tentava desde 2009 a progressão de regime de Suzane. No entanto, o Ministério Público Estadual, que se manifestou contrário à progressão, informou que vai recorrer da decisão.

Em sua decisão, a juíza Sueli Armani afirma que Suzane já cumpriu os dois principais requisitos para ter direito ao benefício. Segundo a juíza, Suzane passou no interstício probatório de regime fechado, que venceu em 31 de julho de 2008, um requisito objetivo, e teve bom comportamento na prisão, um requisito subjetivo, presentes no artigo 112 da Lei de Execuções Penais, usado para amparar os benefícios.

Segundo a juíza, a Comissão Técnica que analisou o pedido, concluiu que Suzane “não evidenciou possibilidade de reincidência, tampouco de periculosidade ou qualquer outro fator que pudesse importar em risco à sociedade seu retorno, ainda que gradativo, ao convício social. Ao contrário, todos os técnicos se expressaram de forma favorável à concessão do benefício”, diz em sua decisão.

A juíza lembrou ainda que Suzane, hoje com 30 anos, tinha 18 anos quando praticou o delito e desde que está presa tem apresentado bom comportamento.

“Não é demais salientar que a sentenciada encontra-se presa há aproximadamente 12 anos, não apresenta anotação de infração disciplinar ou qualquer outro fator desabonador em seu histórico prisional, exerce atividade laborterápico com bom desempenho e ganhou monção de elogio na unidade prisional onde se encontra”, diz a juíza em sua decisão.

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No entanto, o Ministério Público não pensa assim. O promotor da Vara de Execuções Luís Marcelo Negrini de Mattos, que atua no caso de Suzane von Richthofen informou que vai recorrer da sentença, uma vez que a sentenciada não passou em todos os testes que avaliaram sua personalidade.

Segundo seu colega Paulo José de Palma, disse que Suzane foi reprovada no Teste de Rorschach, que analisa o perfil de sentenciados envolvidos com crimes violentos. “Ela apresentou problemas em sua conduta, descontrole emocional e egocentrismo elevado, mas isso não foi levado em conta pela juíza”, disse.

Em seu despacho, a juíza alega que apesar dos aspectos negativos do teste, Suzane merece o benefício porque se o Judiciário fosse usar o resultado do teste como fundamento teria de manter Suzane indefinidamente no sistema fechado e, portanto, não cumpriria o artigo 112 do Lei de Execuções Penais.

Suzane espera agora que a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) reserve vaga no sistema para fazer sua transferência para uma prisão de regime semiaberto. Mas na tarde desta quarta-feira, a assessoria da SAP informou que até aquele momento a Penitenciária Feminina 1 Santa Maria Eufrásia Pelletier, de Tremembé, onde Suzane cumpre pena, não tinha recebido nenhuma comunicação da Vara de Execuções Criminais de Taubaté anunciando a concessão do benefício.

"Vou usar a tevê para defender o nosso plano de governo e participarei de todos os debates. Os que esperavam um gesto de recuo se enganaram e quebraram a cara", disse Arruda
Depois da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de barrar a candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao GDF, o ex-governador anunciou que continua na campanha e garantiu que vai brigar para participar da disputa eleitoral de outubro. Os advogados dele vão recorrer da decisão ainda hoje, e o caso será analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ontem, Arruda convocou a imprensa e correligionários para anunciar que permanece firme como concorrente ao governo local. Considerou “equivocada” a decisão da Justiça Eleitoral e afirmou estar confiante em reverter a decisão do TRE.

O ex-governador disse ainda que, a partir de agora, a campanha será intensificada, com caminhadas “24 horas por dia”. Ele chegou à sede do Partido da República, às margens da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), por volta das 12h, ao lado do vice, Jofran Frejat, do candidato a deputado federal Laerte Bessa e da mulher, Flávia Arruda. Foi recebido com chuva de papel e aplausos da plateia. Em seguida, Jaqueline Roriz, que também teve o registro de candidatura negado pelo TRE, sentou à mesa com Arruda. Em alguns momentos, a filha de Roriz chorou. Ela não se pronunciou sobre o processo.

O candidato iniciou o discurso dizendo que discordava da decisão do TRE e anunciou que seguirá na campanha — o Ministério Público impugnou a candidatura de Arruda com base na Lei da Ficha Limpa. A legislação permite que o candidato cujo registro esteja sub júdice siga corrida eleitoral, inclusive participando da propaganda gratuita no rádio e na televisão. O nome é mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição. “Vou usar a tevê para defender o nosso plano de governo e participarei de todos os debates. Os que esperavam um gesto de recuo se enganaram e quebraram a cara. Tenho o apoio popular”, afirmou. “No dia em que o voto popular não tiver valor, não teremos mais democracia. Agora, é a hora da verdade”, acrescentou.

Arruda disse estar confiante em uma vitória no primeiro turno. “Tenho absoluta segurança jurídica. O TSE enfrentou casos como esse centenas de vezes e julgou todos favoravelmente ao candidato. O nosso recurso é consistente e tenho certeza de que vou vencer”, afirmou. “Quando decidi me candidatar, estava preparado para isso. Se fosse para escolher passar por esses problemas e ter todas as intenções de votos ou não ter problemas nem votos, continuaria com os problemas”, alegou.

“Alma lavada”

Com o caso no TSE, quem deve sustentar a favor da manutenção da impugnação de Arruda será o subprocurador-geral da República Eugênio Aragão. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, ex-presidente do TSE, comentou ontem o caso. Ele defende a tese de que a condenação superveniente à data da apresentação da documentação do registro é causa de inelegibilidade. “Eu estou de alma lavada porque a tese que prevaleceu no TRE foi a que adotei no TSE. A decisão do TRE é a mais coerente com a ordem jurídica. Mas vamos aguardar porque haverá recurso”, comentou Marco Aurélio.

“Eu custo a acreditar que se defirá um registro a um inelegível. Mas não devemos dar uma esperança à sociedade. Ao contrário, a esperança é do candidato”, disse o ministro. Sobre uma possível confusão na cabeça do eleitor, o ex-presidente do TSE disse que “isso faz parte do sistema”. “Tanto que é possível, posteriormente, impugnar a diplomação e, depois, até o mandato pela Constituição Federal. Faz parte do jogo. Evidentemente, haverá uma rearrumação quanto às candidaturas”, concluiu.

Passo a passo

Confira as regras para julgamento de recursos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

» Quando os autos são registrados na secretaria do TSE, a autuação e a distribuição devem ocorrer na mesma data, abrindo-se vista ao Ministério Público Eleitoral pelo prazo de dois dias

» Depois disso, com ou sem parecer, os autos serão enviados ao relator, que apresentará em mesa para julgamento em três dias, independentemente de publicação em pauta

» Na sessão de julgamento, feito o relatório, será facultada a palavra às partes e ao Ministério Público pelo prazo de 10 minutos

» Havendo pedido de vista, o julgamento deverá ser retomado na sessão seguinte

» Terminada a sessão de julgamento, será lido e publicado o acórdão, passando a correr, a partir dessa data, o prazo de três dias para a apresentação de recurso

» O Ministério Público Eleitoral poderá recorrer, ainda que não tenha oferecido impugnação ao pedido de registro
Segundo a Pepsico, um total de 8 mil unidades deverão ser recolhidas
A Pepsico, fabricante do achocolato Toddynho, informou que um lote com 8 mil unidades da bebida foi contaminada e podem ter gosto azedo e causar desconforto abdominal.

Segundo a empresa, as unidades com marcações GRY L15 51 (intervalo de 23h04 a 23h46), fabricados em 6 de junho de 2014 e com validade de 29 de novembro de 2014m estão impróprias para o consumo e serão recolhidas.

O produto foi distribuído, em sua maioria, na região metropolitana de Porto Alegre (RS). A companhia informou que um problema durante o processo de descarte de produtos que estavam fora da especificação teria causado a contaminaçã bacteriológica.

Consumidores podem entrar em contato com a empresa pelo telefone 0800 703 2222, das 8h às 20h ou pelo e-mail sactoddynho@pepsico.com.

A atriz rompe com a leva recente de vilões simpáticos, cria uma personagem assustadora e presenteia o público com cenas poderosas

Drica Moraes ganhou um presente e tanto por seus 45 anos, completados no último dia 29. Pela quarta noite consecutiva, desde que sua personagem, Cora, começou a destilar maldades na novela Império, ela figurou no topo da lista dos tópicos mais movimentados do Twitter brasileiro. Em apenas uma semana no ar, Cora ganhou pelo menos 26 perfis humorísticos falsos no Instagram, termômetro de que suas vilanias caíram na boca do povo. Foram esses perfis que garantiram sobrevida além da televisão para personagens como Carminha, de Adriana Esteves (da novela Avenida Brasil), ou Félix, o último grande vilão do horário, vivido por Mateus Solano (na novela Amor à vida). Até hoje, parte dos perfis fake desses personagens é atualizada.

Cora exibe diferenças em relação a esses antecessores. Sua maldade não é irônica, galhofeira ou estridente. Pelo contrário: é estudadamente represada no olhar frio, na boca seca, na voz baixa e no gestual de falsa beata, esculpidos artesanalmente por Drica, pelo diretor da novela, Rogério Gomes, o Papinha, e pelo texto preciso de Aguinaldo Silva. Quando a tendência dos adoráveis vilões brincalhões parecia se estabelecer, Aguinaldo decidiu arriscar em sua trama uma Cora que mais parece Perpétua, vivida por Joana Fomm em Tieta, do que Tereza Cristina, a perua desmiolada interpretada por Christiane Torloni em Fina estampa, para comparar dois de seus grandes sucessos.

As vilãs de Império – a outra é Maria Marta, de Lilia Cabral – são más sem circunlóquios. Não pedem o amor do público, mas seu ódio. “Interpretar uma vilã exige uma carga maior, e isso para um ator é um presente. Estou preparada para ser maltratada nas ruas”, afirmou Drica na festa de lançamento de Império.

Com mais de 30 novelas no currículo, ela é considerada um dos maiores talentos de sua geração, tanto no drama quanto no humor. Estreou na TV aos 19 anos, no programa humorístico Grupo escolacho, ao lado de outros jovens promissores, como Denise Fraga, Eduardo Dussek, Patrycia Travassos e Selton Mello. Neste ano, pôde ser vista também nos cinemas, no papel de Alzira Vargas, no filme Getúlio. “Drica é uma atriz incrível, e tê-la em meu elenco é um luxo”, diz Aguinaldo. Em 2009, ela adotou um filho, Matheus, e, no ano seguinte, passou por um penoso tratamento contra a leucemia. Chegou a se submeter a um transplante de medula – nos cinemas, Drica pode ser vista também na campanha de doação de medula da Associação da Medula Óssea. Completamente recuperada, ela brinca nos bastidores que não quer alardear muito a cura – senão, o diretor Papinha pode colocá-la para gravar até de madrugada.

Nas duas primeiras semanas de exibição, Império, exibida pela TV Globo, devolveu o fôlego ao horário das 9, o mais nobre para as novelas na televisão brasileira. A audiência medida pelo Ibope oscila. Pega talvez uma rebarba do mau humor gerado pela insossa Em família. Mas a repercussão tem sido grande. A trama central é a saga de um ex-con­trabandista de pedras preciosas que se torna um homem poderoso, dono de um império de joalherias. Essa trajetória voltará a ser perturbada por Cora, irmã do grande amor de seu passado. Ela quer usar a sobrinha para arrancar parte de sua fortuna. Uma cena memorável de Drica entrou pela porta da frente entre os pontos altos da dramaturgia nacional. Na semana passada, Cora deu um escândalo no enterro da irmã, alternando gritos de desespero, lágrimas e... gargalhadas. “A atuação da Drica, do choro compulsivo ao riso histérico, numa demonstração de desequilíbrio e, ao mesmo tempo, de frieza e pragmatismo diante da irmã, Eliane (Malu Galli), morta, foi digna de aplausos em pé”, diz Aguinaldo. Que atriz e autor continuem a presentear o público com mais exibições de talento desse quilate.